Hoje de manhã, enquanto escolhia que calças de
ganga vestir, relembrei alguns conceitos diferentes que foram abordados em aula
— Os conceitos de diacronia e sincronia.
Ou seja, ao
olhar para o meu roupeiro, ao olhar cada peça de roupa, relembrei cada
acontecimento vivido com essa mesma camisa ou t-shirt e, como após cada
utilização esta sofria mais uma mazela, ou seja, a minha utilização do artigo
de roupa ficou marcada no mesmo e, consequentemente, este evolui com a minha
utilização.
A partir do
momento que retiro os artigos de vestuário do roupeiro, estes deixam de estar
no seu meio, isto é, os objetos deixam de estar ao pé de outros com os quais
estes possam ser comparados, passo a analisá-los individualmente sem ter em
conta há quanto tempo possuo o artigo, exprimindo o conceito de sincronia.
Outro
exemplo prático de diacronia e sincronia é a língua que nós, enquanto seres
humanos, falamos seja ela o português, o inglês, o hindu entre outros. A língua
encontra-se constantemente em evolução mas uma vez que esta mesma evolução é
muito lenta, nós não nos apercebemos dela. Quando formalmente avaliada, o
linguista tem duas opções de estudo, o funcionamento da língua num dado período
de tempo ou, então, as modificações que a língua padece no decorrer dos tempos.
À primeira opção damos o nome de sincronia e à segunda diacronia.
Sincronia e
diacronia são instantes de
debate presentes em todo o ápice histórico;
patentes, infalivelmente, na íntegra da investigação.