segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

1º artigo


Compras online, qualquer um de nós já experienciou no mínimo estar numa loja online e reparamos que qualquer site tem ícones em vez de palavras. Quando escolhemos os artigos que queremos comprar nós não vamos procurar uma palavra que diga “carrinho” ou itens escolhidos para finalizar a compra, nós procuramos o ícone do carrinho de compras. E com este ícone acontece com muitos outros em variados sites. Estamos num site com uma conta associada e queremos ir para o nosso perfil, procuramos um ícone de uma pessoa que é o mais comum. E o ícone é o significante, isto é, é a imagem que nos mostra o que aquilo é, ao contrário do significado que é o nome que a imagem pode ter e neste caso, o ícone do carrinho de compras em português e “shopping cart” em inglês. Como já disse o mesmo acontece com outros símbolos, como a disquete num jogo, em qualquer jogo que aparece é automaticamente  ligado a guardar ou “save”. Estes símbolos criam uma linha, são desenvolvidos no tempo e são conhecidos em qualquer língua enquanto que o significado, que é o nome dado á imagem muda de língua para língua, é uma herança coletiva que está sujeita a mudanças. Portanto o significante pode estar presente em várias culturas  mas o significado é característico de uma própria cultura.
Os ícones ajudam a tornar a navegação nos sites ou mesmo nos jogos mais fáceis, criando um “á vontade” para todos porque o significante está lá e nós só o temos de associar ao nosso significado.
Isto não acontece só com ícones em sites ou jogos mas com qualquer coisa, sejam objetos, animais ou cores. Azul é o nosso rótulo para aquela cor mas se for em outra linguagem certamente já não é azul, até mesmo o significado de cor deixa de ter o mesmo sentido que o nosso, o que a nossa palavra cor significa continua com o mesmo significante mas o significado, que é a palavra cor, muda.