"Dangerous Minds"
Na
década da 90 viviam –se nos estados unidos tempos difíceis em algumas zonas do
país.Á margem das grandes cidades existiam guetos. Zonas caracterizadas por uma
grande diversidade cultural e pobreza extrema nas quais proliferam o crime, as
drogas, a segregação racial e a violência no geral.
O filme “Dangerous Minds”, de 1995,
produzido por John N. Smith, é inspirado no livro “My poose don’t i
do homework” de Luanne Johnson. A obra conta a historia de uma ex-oficial da
marinha que abandona a vida militar para se tornar professora de inglês. A
turma que lhe é incutida é composta por alunos especiais com capacidades ás
quais nunca foi dada a devida importância. Estes alunos são jovens pobres e de
varias etnias e raças, que se comportam de forma rebelde. Este
comportamento será uma obstáculo para a professora. É necessária uma
reformulação da forma convencional de ensino pois estes alunos não são os ditos
“normais” também. A professora Louanne Johnson percebe isto, no desenvolvimento
da ação terá que lutar contra a mentalidade retrogada de outros professores que
não concordam com a mudança de método de ensino, apesar de esta ser necessária.
Para
cativar a turma, a professora encina -lhes karate e algumas musicas de Bob
Dylan, como a “Tamborine Man”, tida como metáfora para o trafico de droga.
Desta
forma o ensino adequa –se á realidade destes jovens, que vivem à beira da
violência e drogas, pois puxa –os para temas que lhes interessam sendo mais
fácil a aprendizagem dos conteúdos da aula.
Com
o tempo percebemos que os alunos começam a interessarem –se cada vez mais pelas
aulas, no entanto a professora não consegue mante –los a todos na escola.
Alguns levados pela mentalidade de que a escola não lhes ensinaria o necessário
para a vida, e são proibidos pelos pais de a frequentarem, outro caso
particular é o da morte de um dos seus alunos, mais um exemplo da violência do
quotidiano nestas zonas.
“Mentes
Perigosas” é o exemplo do que deveria ser o sistema de ensino, mais pessoal e
adequado a cada um. Demonstra que muitas vezes temos que lutar contra o sistema
impingido, para sermos de facto felizes.
